A arte de ser Avó(ô)


Tive o privilégio de conhecer e conviver com todos os meus avós e guardo com muita saudade e muito carinho muitas recordações e muitos bons momentos que passámos juntos.

A última a partir, foi a avó materna, o ano passado, já com 94 anos e que era exímia a contar histórias.


Agora chegou a minha vez e imagino que ser avó seja tão bom como ser mãe, ou melhor, uma vez que as noites mal dormidas, as birras, etc, ficarão a cargo dos papás :-)

 Mas só os netos conseguem uma definição tão poética, como esta que publico (desconheço o autor ou a autora) e que vale a pena ler.
 



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