É uma história incrível de dois jovens em fase terminal e que mesmo com o tempo limitado para viver tudo o que dois jovens têm o direito de viver, passam a mensagem que é preciso ter coragem para amar e deixar amar, que vale a pena viver nem que seja apenas uma "pequena eternidade".
Ainda bem que vi este filme em casa, porque ter de sair de uma sala de cinema com os olhos inchados de tanto chorar, não deve ser muito agradável.

É um prazer ouvir Carlos do Carmo... 51 anos a cantar e a encantar. Canoas do Tejo é  uma das músicas que mais gosto de ouvir e que me traz tantas memórias  boas da minha cidade.








Há uns dias atrás fomos a casa dos nossos "companheiros de viagem" e comemos um arroz de pato super delicioso, algo que eu nunca tinha feito, e é daqueles pratos que podem ser adiantados de véspera, e no dia do jantar é só colocar no forno e conviver com a família ou amigos, uma maravilha. Este que está na foto foi o meu primeiro arroz de pato, o convívio foi muito bom, e o arroz não saiu nada mal.
 Ingredientes:
  • 20 g cebola
  • 2 dentes de alho
  • 50 g azeite
  • 200 g vinho branco
  • 2 caldos de galinha
  • 1300 g de pato partido em pedaços pequenos
  • 1 chouriço de carne
  • 100 g bacon
  • água (para cobrir o pato)
  • 400 g arroz agulha
Preparação:
Colocar no copo a cebola, o alho e o azeite e picar 5 seg/vel 5. Refogar  5 min/Varoma/vel 1. Juntar o vinho, os caldos, o pato, o chouriço e o bacon e programar 40 min/Varoma/Vel. colher inversa. Quando o tempo terminar, reservar o caldo. Cortar o chouriço às rodelas e reservar. Desfiar o pato, podemos desfia-lo na bimby de 300 em 300 g e programando alguns segundos/vel.4 inversa e ir reservando. O arroz fiz num tacho, para ir acelerando a refeição, enquanto o arroz fazia, eu ia tratando de separar a pele e ossos da carne já desfiada. Fiz o arroz com o caldo já reservado. 
Num tabuleiro de ir ao forno colocar uma camada de arroz, cobrir com o pato desfiado e cobrir com uma última camada de arroz, por cima a decorar com as rodelas de chouriço e levar ao forno a 180ºC durante 20 minutos.








Esta mala tem uma longa história e uma longa vida...foi feita pelo meu avô materno ainda a minha mãe não era nascida {contou-me ela}, fez algumas viagens da aldeia até Lisboa e de cá para lá, numa época onde não existia nada mais leve,  agora dá alma à minha sala depois de ter sido reciclada. Tentei preservar ao máximo a cor, as ferragens e as expressões do tempo, porque é tudo isso que lhe atribui toda a beleza...e para mim um grande valor sentimental.
Mas esta reciclagem foi tudo menos fácil,  queria que ficasse perfeita e tentei fazer de tudo para a tinta sair sem estragar a madeira e aproveitei as minhas férias de Agosto {na aldeia} para fazer este trabalho. Comecei com o decapante por ter sido aconselhada e por ser o mais fácil e prático. Comprei uma lata {que achei caríssima} e não resultou, a tinta era antiga e muito difícil de remover. Depois pensei numa lixa eléctrica e a minha irmã S. emprestou me a dela, fui comprar lixas para a máquina e comecei a ficar feliz porque a tinta estava a sair mas ao fim de umas horas começou a sair faiscas da cabeça da máquina, nem queria acreditar que não só tinha dado cabo da máquina como também o meu trabalho estava longe de terminar. Então o meu pai lembrou-se de usar uma pistola de calor black&decker {também se pode remover a tinta através do calor} mas havia sítios que não tinham só tinta, como também tinham uma espécie de massa, mas o meu pai empenhou-se tanto naquela tarefa, que se eu chegasse 5 minutos mais tarde, em vez de encontrar uma mala de madeira, encontrava um monte de cinzas, desistimos desta ideia.
Tinha ficado sem lixadora eléctrica, sem pistola de calor, mas ainda tinha as lixas e havia ainda a hipótese de lixar manualmente, e então mãos à obra, eu, o meu pai, o meu cunhado e o meu marido, fomos tentando lixar manualmente...desistimos ao fim de pouco tempo, porque percebemos que era preciso uma máquina eléctrica. 
Mas como sempre acreditei neste projecto, não desisti, porque consegui sempre imaginar na minha cabeça como iria ficar no final.
Trouxe então a mala para Lisboa e pedi ajuda ao meu primo E. que é um perito em madeiras e afins, e sim foi ele que me terminou o trabalho que com a suas mil uma máquinas xpto deu o toque final...a mala ficou como sempre imaginei, só não imaginava que dava tanta luta e que não seria eu a termina-la mas para mim ficou perfeita e agradeço a todos os que me ajudaram a dar nova vida a esta minha nova mesa de centro...adoro.


Dicas:
  • Tentar avaliar se a tinta dá para ser removida com decapante 
  • Ou com calor (pistola de calor)
  • Lixas eléctricas (é preciso máscara porque faz muito pó)
  • Verniz mate para dar o acabamento final




Saudar as pessoas com quem nos cruzamos diariamente é uma prática de boa educação, que me ensinaram um dia e que vou preservar para sempre além que pode vir a salvar vidas, como conta a história seguinte.

"Certo dia, um funcionário ao terminar o turno, foi inspecionar uma câmara frigorífico. Inexplicavelmente, a porta fechou se e ele ficou preso dentro da câmara.
Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos já tinham saído e era impossível que alguém pudesse ouvi-lo.
Já estava quase há cinco horas preso, debilitado e com uma  temperatura insuportável.
De repente, a porta abriu se, e o segurança entrou na câmara resgatando-o com vida.
Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao segurança porque é que ele foi abrir a porta da câmara, se isto não fazia parte das suas tarefas de trabalho…
Ele explicou:  - Trabalho nesta empresa há 35 anos; centenas de empregados entram e saem daqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar de manhã, e se despede de mim ao sair .
Hoje, pela manhã, ele disse me.  “Bom dia”. Entretanto, não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que algo de errado estava a acontecer.
Por isso fui procura lo."