Hoje celebra-se o dia mundial da bicicleta.
É sempre bom recordar o primeiro meio de transporte que tive, é amigo do ambiente, faz bem à saúde e dá-nos uma enorme sensação de liberdade. Só tenho pena mesmo de não andar mais vezes.
Deixo-vos aqui um link para verem modelos arrojados e bem divertidos. 





Ser refugiado é procurar refúgio num outro país {seja pela guerra, pela perseguição de raça ou religião, seja pelo que for}. Ser refugiado não invalida levar conosco coisas que para nós são importantes, quer para a nossa sobrevivência quer por razões sentimentais. 

A RTP fez uma campanha -  "E se fosse eu",  com várias figuras publicas  a partilharem o que levavam na mochila. Entre esses vídeos está o que partilho hoje e pertence à Joana Vasconcelos.

Epá tanto sururu de volta de um vídeo que na minha opinião não tem nada de ofensivo,  já pensaram que as jóias portuguesas são um simbolismo, é como se fosse uma parte da nossa cultura que se leva na bagagem? Que todos temos telemóveis e não acredito que ninguém os deixasse para trás, eu pelo menos não deixava o meu, não ocupa muito espaço e pode ser muito útil. 

E muito sinceramente, vejo na mochila da Joana Vasconcelos, esperança. Esperança num futuro, que embora desconhecido, pode ser muito melhor, basta levar para esse futuro algumas ferramentas que poderão ser muito importantes e uteis para o desenvolvimento de um novo projecto de vida. 

É muito triste o tipo de comentários que se têm feito em relação a este vídeo, mistura-se a pessoa com a obra, ofende-se de forma bruta e gratuita.

E da mesma forma que os refugiados são privados da sua liberdade com base na opinião de outros que acham que têm o direito de promover uma guerra, também estes comentários contra a Joana Vasconcelos estão a priva-la da sua liberdade de opinião e de escolha. 



Este livro chegou até mim de uma forma muito especial, a minha querida Carina transformou o meu dia com esta surpresa {e muito provavelmente  - a minha vida}. 
Nunca tinha lido nada deste género, mas a minha vontade de aprender a meditar e a desintoxicar a minha mente fez-me devorar este livro, está escrito de uma forma muito fluida, tem histórias fantásticas, além de várias explicações cientificas, curiosidades e alguns exercícios de meditação.
Enganem-se aqueles que acham que isto da espiritualidade está ligada ao sobrenatural e às bolinhas de cristal, se pensam assim nunca estiveram tão desligados de si próprios e do mundo que nos rodeia. 
Se cada um de nós cuidasse mais da sua espiritualidade viveríamos certamente num espaço muito melhor, mais saudável e equilibrado, sem atropelos nem egoísmos, sem mágoa nem ressentimentos, certamente muito mais felizes,  a felicidade é algo que se cultiva e que vem de dentro para fora.
Este livro da Rute Caldeira fez-me  perceber  algo que todos nós nos esquecemos todos os dias, quem manda nos nossos pensamentos somos nós próprios e esses mesmos pensamentos geram comportamentos que por sua vez definem a pessoa que cada um de nós é. Por isso aquilo que tu pensas é aquilo em que te vais tornar.