Pico


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Pico



A ilha do Pico é a segunda maior ilha do arquipélago dos Açores, fica a 8 km da ilha do Faial e a 15 Km da Ilha de S.Jorge e pela sua proximidade torna-se quase que obrigatória visitar as 3 ilhas. Infelizmente não tivemos tempo para visitar S. Jorge e a visita de um dia pelo Pico soube a pouco.
Uma das maiores atrações desta ilha é a própria montanha que lhe deu o nome, há quem se aventure numa subida de quase 4 horas e dizem os que já o fizeram que tem o mais bonito nascer do sol. Este nascer do sol vai ter de ficar para uma outra visita, ai vai vai!
Cada ilha tem a sua própria identidade e no Pico isso é bem evidente, não fosse a cultura da vinha marcar tão bem a paisagem, não passa despercebida pela forma como as vinhas são cultivadas e protegidas. Plantadas em terra que já foi lava e protegidas dos ventos por pequenas paredes que deixam entrar o sol para ajudar na maturação da uva, são hoje classificadas como Património da humanidade pela Unesco.
E uma vez que uma das atividades da ilha é o vinho é obrigatória a visita a uma adega. Escolhemos a adega "A Buraca" fica em S. Roque, fomos muito bem recebidos e foi-nos feita uma visita guiada pelo museu e pela adega e no fim fizemos a prova.
Em Santa Luzia podemos encontrar os "Arcos do Cachorro" que são um conjunto de formações rochosas de origem vulcânica e entre estas formações destaca-se uma que faz-nos lembrar a cabeça de um cachorro.
Os moinhos de vento marcam também a paisagem do Pico, ficam na freguesia de São João e contrastam na perfeição com a paisagem envolvente.
O restaurante que nos foi aconselhado, estava fechado neste dia, para muita pena nossa e ficamos sem provar as suas belas iguarias, mas deixo-vos a indicação dizem que o restaurante "Ancoradouro" é optimo, fica para experimentar no dia que voltar para subir ao pico.
Fizemos a travessia da ilha do Faial para a ilha do Pico logo pela manhã, alugamos carro no Pico e demos a volta por toda a ilha, almoçamos e jantamos no Pico e voltamos para a ilha do Faial no ultimo barco que é por volta das 21h.
Foi um dia muito preenchido mas muito bem passado e que nos deixou uma vontade enorme de um dia voltar a esta ilha.


Praia Porto Pim

Museu Fábrica da Baleia

Vista do meu quarto {Hotel da Horta}

Vulcão dos capelinhos

Farol

Centro de Interpretação


Pedaço de terra que surgiu após a erupção de 1957/58


Centro de interpretação vista do farol

Local onde se vê as casas subterradas


Caldeira


Vista da Caldeira

1º Dia

Saímos de Lisboa por volta das 8 horas da manha e chegámos à ilha do Faial por volta das 9h40 minutos (hora local, os Açores tem menos uma hora em relação ao continente). Saímos do aeroporto de táxi até à Horta e esta viagem ficou a 12 €. O Hotel que escolhemos foi o Hotel Horta, é um hotel 4 estrelas, fica no alto de uma colina, tem piscina e todos os quartos são virados para o mar e como tal para a ilha do Pico, todos os quartos têm varanda o que dá para apreciar e contemplar o ponto mais alto de Portugal.

Deixamos as coisas no hotel e saímos em direção à marina, neste dia não alugamos carro e fizemos todo o passeio a pé. A primeira paragem foi feita no Peter's café sport, estava muito calor e decidimos parar para tirar a foto tradicional e refrescar com o famoso gin tónico {que adoro}.

Fomos até  Porto Pim onde se encontra a antiga fábrica da baleia. Hoje a antiga fábrica dá lugar a um museu que nos guia através de imagens e vídeos à maior atividade comercial da altura na ilha do Faial, a caça à baleia e ao cachalote. Tudo era transformado e tudo rendia dinheiro, os ossos eram transformados em farinha que por sua vez alimentava o gado ou adubava as terras, a gordura era transformada em óleos, que poderiam ter várias funções, entre elas ser usado como combustível e lubrificante ou utilizado na industria farmacêutica e cosmética, as imagens são bem antigas e por vezes muito violentas. Nos dias de hoje é proibida a caça à baleia e ao cachalote.

Visitamos a praia do Porto Pim, que é pequena, de areia escura e de águas calmas, uma praia calama tal como eu gosto.

Almoçamos por ali, no restaurante Canto da Doca, que é conhecido pelo bife na pedra, não é um restaurante mau mas estava à espera de um belo naco, também não é um restaurante barato. Não sei se foi por causa das pedras quentes ou se pura e simplesmente não quiseram ligar o ar condicionado, a sala tornou se muito quente o que tornou a nossa experiência neste restaurante um pouco aborrecida.

Depois fomos até ao hotel descansar um pouco e ao fim da tarde  saímos em direção ao terminal de barcos comprar os bilhetes para a travessia na manhã seguinte, para a ilha do Pico. A viagem é rápida, 30 minutos e custa 3,40€/pessoa.

Depois fomos à descoberta de um restaurante para jantarmos. Encontramos "A Árvore" não é mau, mas o restaurante não tem ar condicionado, a comida é servida em sistema de buffet e o dono é muito simpático, um contador de histórias, anima a sua casa, o que torna tudo muito mais simpático e agradável.


2º Dia

Apanhamos o Barco à 9h00m para a ilha do Pico (falarei desta ilha num outro post).

 

3º Dia

Hoje foi dia de ir alugar o carro e de dar a volta à ilha do Faial, fizemos o check-out no hotel, porque no fim da tarde íamos apanhar o avião para a ilha de S. Miguel.

Por minha grande vontade e maior ainda da minha Sobrinha B. quisemos que a nossa primeira paragem fosse no centro de interpretação do vulcão dos capelinhos. Os vulcões foi sempre um tema que muito me interessou, onde tive as melhores notas porque sempre senti um grande gosto e uma curiosidade enorme por perceber o que acontece no interior do nosso planeta. Este centro de interpretação é uma grande obra de engenharia, o edifício é subterrâneo de forma a não ter impacto na paisagem originada pelo vulcão na erupção de 1957/58.

Um centro moderno, bem equipado, com informação cientifica de modo a perceber o que acontece no interior da terra e como se deu a formação dos Açores. Cada bilhete completo  tem o custo de 10€, dá direito a ver a exposição interpretativa, exposição temporária, o filme 3D e a subida ao farol. O Farol é o edifício resistente, que ficou firme aos mais de 200 sismos e à erupção que durou 13 meses. 

Depois descemos até ao local onde as casas ficaram subterradas, mais de 50 anos e ainda se vêm os telhados de algumas dessas casas. 

Almoçamos no restaurante "Bela Vista" que fica no areeiro. Há uma coisa em comum nos restaurantes visitados até aqui por nós, não têm ar condicionado o que é um bocadinho aborrecido, depois vê-se vaquinhas por tudo o que é lado e imaginamos que os restaurantes só servem a bela carne mas não, no Faial não encontrei nenhum restaurante com aquela bela costeleta de vaca. Um bocadinho desiludida a nível gastronómico.

Depois fomos até à caldeira, ao longo das estradas observam-se as hortênsias a separar as estradas dos campos, passamos pelas "florestas tropicais" subimos ao cimo da caldeira e temos uma vista deslumbrante. 

O terceiro dia no Faial, vai terminar no aeroporto da Horta, vamos apanhar o avião para S. Miguel (falarei num outro post). A viagem tem a duração de 50 minutos. Estivemos 4 dias em S. Miguel, regressamos ao Faial pois tínhamos a ligação para Lisboa.

Dormimos mais uma noite no Faial {Hotel da Horta}, nessa noite jantamos no restaurante "Capitólio" onde comemos umas lapas deliciosas.

O dia seguinte e último nos Açores estava destinado para aproveitarmos a praia do porto pim, ou mesmo a piscina do hotel mas a chuva impediu que os nossos planos se concretizassem e o passeamos pela ilha de carro e paramos num restaurante junto a umas piscinas e fiquei mesmo com a ideia formada de que a restauração na ilha do Faial deixa muito a desejar.





























A 760 milhas marítimas (1408 km)  de Lisboa e a 2110 (3910 km) de Nova Iorque, situam-se nove ilhas de origem vulcânica e que constituem o arquipélago dos Açores, o nome deve-se a uma ave de rapina existente nas ilhas aquando da sua descoberta. Sabe-se que Gonçalo Velho Cabral descobriu a ilha de Santa Maria em 1432 e no ano de 1957 todas as outras ilhas já tinham sido visitadas por outros exploradores. Mas a data certa de ocupação do arquipélago é ainda desconhecida.

Este post está na gaveta a algum tempo, 2016 foi um ano de muito trabalho e muito pouco tempo (com muita pena minha) para partilhar esta minha experiência...e outras tantas.
Adorei esta viagem aos Açores, por várias razões. Uma delas é que já não fazia férias com a minha família a alguns anos e foi muito bom poder viver esta experiência com as minhas pessoas, outra razão foi porque descobri uma das maravilhas de Portugal e do mundo. E hoje pergunto-me como foi possível ter "ignorado" durante tanto tempo os Açores.
As ilhas são verdadeiros jardins bem cuidados onde as terras se separam por "muros" de Hortênsias e arbustos, onde as formas da natureza são obra de erupções vulcânicas de ventos e marés que moldam as rochas formando em muitos casos autenticas galerias, aqui se vê que às vezes o acaso torna as coisas brilhantes. É incrível como se vai do cimo de uma caldeira até a uma fajã, passando por autênticas florestas tropicais. 
Ao passar pelas diferentes freguesias sente-se o orgulho com que os açorianos nos mostram as suas terras, sempre limpas, zeladas e com uma simpatia que nos faz sentir que queremos voltar.
Esta viagem foi toda planeada pela minha irmã Sandra, ela fez uma pesquisa dos melhores preços de avião, hotéis, carros de aluguer. E depois de um grande estudo {por parte da mana} a melhor opção calhou no nosso querido mês de Agosto. No planeamento das viagens de avião é importante ter atenção as horas, como as viagens são rápidas cerca de 2h30m, a chegada às ilhas durante a manhã, vai-nos fazer ganhar tempo e poder aproveitar já esse primeiro dia para começar a grande aventura.
Há quem ache que esta viagem é para reformados, e eu confesso que achava que escolher os Açores para viagem de lua de mel seria pouco divertido ou emocionante, mas nunca estive tão errada, seja em lua de mel ou por outra razão qualquer é um sitio fantástico para se ir em qualquer idade e em qualquer momento.
Fazer uma viagem não é uma questão de idade mas um estado de espírito.

Itinerário
1º Dia - Saída de Lisboa às 8h00 - Chegada ao Faial/Horta às 9h40m (os Açores tem menos uma hora em relação ao Continente). 

2º Dia - Saímos do Faial/Horta pelas 9h00 de Ferryboat e chegamos ao Pico/Madalena por volta das 9h30m. 

3º Dia - Conhecer melhor a Ilha do Faial e fomos ao centro de interpretação para conhecer o interior do planeta. Às 19h15m apanhamos o avião para a ilha de S. Miguel, são 50 minutos de viagem, chegada às 20:05m. 

4º-5º Dia - Conhecemos a Ilha de S. Miguel, que é a maior do arquipélago. 

6º  Dia - Aproveitamos a manhã para passear a pé pelo centro de Ponta Delgada. Apanhamos o avião em S. Miguel às 15h45m e chegamos à Horta às 16h35m.

7º Dia - Este dia estava planeado para aproveitar o mar, a praia ou as piscinas naturais. O tempo assim não permitiu e então passeamos pela ilha de carro. Apanhamos o avião para Lisboa às 17h30m e chegamos por volta das 20h55m.





 
Coloquei o itinerário de forma a perceberem o trajeto que fizemos, tivemos os melhores preços de avião devido ao tipo de rota que escolhemos e ao estudo completo da mana. Fizemos todas as viagens pela Sata, as 4 viagens de avião ficaram a 297€/pessoa.



O que trouxemos na bagagem?

Uma alma cheia, uma pedrinha do vulcão dos capelinhos, bolo levedo {é maravilhoso}, um íman para o frigorífico, muito chá da Gorreana, pedra pomes, alguma roupa a cheirar a enxofre, centenas de fotos, uma memória cheia de recordações e uma vontade enorme de voltar.


O leite é o principal ingrediente na preparação dos iogurtes, podemos escolhe-lho consoante a nossa preferência, de soja, magro, gordo, meio gordo, biológico.
Mas é nos sólidos totais que o iogurte ganha firmeza, de uma forma bem geral quanto maior for a percentagem de sólidos, maior será a sua consistência.
O açúcar adicionado ao leite, não deve ultrapassar os 10% senão prejudica o desenvolvimento das bactérias.

Desenvolvimento da fermentação:
A cultura do iogurte é uma associação do Streptococcus thermoplillus e Lactobacillus bulgaricus. O pH e a temperatura óptima para o desenvolvimento do Streptococcus são de 6,8 e 38ºC, enquanto do Lactobacillus são 6,0 e 43ºC. Estes  dados são muito importantes para sabermos a temperatura perfeita para o desenvolvimento destes microrganismos.
Na fermentação do iogurte, o S. thermophillus é o primeiro a desenvolver-se e prepara assim as condições necessárias ao desenvolvimento do Lactobacilo, que por sua vez cria condições para a continuação do desenvolvimento do Streptococcus. As duas culturas completam-se, mas se algo não funcionar poderá acontecer vários problemas que apresento nas tabelas em baixo.
Depois da incubação é necessário refrigerar, este processo é importante porque interrompe o crescimento das bactérias lácticas. É por esta razão que a acidez do produto tem tendência a aumentar durante o armazenamento enquanto a viscosidade diminui. O iogurte se for feito com todas as regras de segurança e higiene poderá ter uma validade até 30 dias, há quem dê a validade do iogurte que usamos na preparação dos nossos.


Tipo de Defeito


Possível Razão

Amargo
  • Demasiado tempo de conservação
  • Contaminação de bactérias


Gosto a levedura


  • Contaminação por leveduras


Gosto a bolor


  • Contaminação por bolor


Sem gosto
  • Desequilíbrio da flora, excesso de Streptococcus
  • Incubação demasiado curta e a baixa temperatura


Falta de acidez


  • Incubação excessivamente curta


Excesso de acidez

  • Incubação muito prolongada, ou a temperatura alta


Gosto oxidado

  • Má proteção à luz



Tipo de defeito


Possível Razão

Falta de firmeza

  • Má incubação
  • Agitação antes da coagulação se completar


Muito Liquido


  • Má incubação


Receita de iogurte natural açucarado:
  • 800 g de leite meio gordo
  • 1 iogurte natural
  • 3 colheres de leite em pó
  • 2 colheres de açúcar
Colocar todos os ingredientes na Bimby e programar 4 minutos, velocidade 3, temp.50ºC. Colocar o preparado nos copos da iogurteira e incubar durante 9 a 10 horas.

Anteriormente não tinha iogurteira e colocava nos copos e abafava com uma manta polar, mas agora comprei uma iogurteira, e posso vos garantir que os ingredientes são os mesmos, e a receita também e os iogurtes saem sólidos e não babosos como os anteriores saiam, vale a pena investir numa iogurteira.

Comprei na Box (Jumbo) foi bastante baratinha, 14,99 €,  e em cada 10 horas gasta 2 cêntimos.









Antes de mais um bom ano a todos, e que 2017 seja um ano cheio de coisas boas.

Em 2016 comecei o ano com o desafio das 52 semanas, achei este desafio interessante e por isso comprei um mealheiro que conta e soma o que lá vamos colocando (como se pode ver pela primeira imagem) e pôs mãos à obra. Muita gente que me segue no instagram, perguntou onde tinha comprado este mealheiro e como contava notas, pois bem comprei na loja Casa e ele não conta notas, aquilo que faço é tentar colocar sempre moedas e quando começa a chegar às quantias altas, coloco as notas e com as moedas que já lá tenho, passo-as novamente pelo contador até perfazer o dinheiro que lá coloquei, sim tenho alguma paciência.
Em 2016 não cheguei aos tão desejados 1 378 € mas como podem ver pela primeira imagem juntei uma boa quantia.
Fiz o desafio respeitando exatamente o valor correspondente à semana em que me encontrava e fui partilhando todas as semanas no instagram e facebook uma foto com o valor que tinha acumulado. Mas chegou a um determinado ponto que começou a ser muito difícil e acabei por ficar nos 666 €.
Há quem faça este desafio de outra forma, comece ao contrario da semana mais pesada para a semana mais leve.
Este ano vou fazer novamente este desafio mas à minha maneira, vou imprimir a tabela acima e vou coloca-la no mealheiro, depois separo o valor da tabela que mais me der jeito, e para saber se já coloquei determinado valor no mealheiro, vou riscando esses valores na tabela. Desta forma também se chegará aos tão desejados 1 378 € ao ritmo de cada um.
Neste caso o importante não é a forma como lá chegamos mas sim que chegamos e com um mealheiro bem gordinho.Boas poupanças para todos.