E a vencedora é ... Carla Galvão!


O prémio é atribuído pela TimeOut Lisboa, e a Carla foi nomeada pela peça Anjos com Fome.
Prémio à muito merecido para uma actriz de excelência. 
Mulher simples, carismática, que salta de personagem em personagem sem deixar rasto, que se entrega de uma forma plena fazendo nos entrar em cada personagem sem esforço, e claro com aquela voz que nos enche a alma.
Tenho seguido com muita atenção o trabalho da Carla, não só como amiga mas também como admiradora, aplaudindo com orgulho o trajecto que faz.



Desejo vos um FELIZ NATAL, cheio de paz, amor, generosidade e ternura. Que este Natal traga a todos nós uma maior consciência. 








Feliz Natal

by on 19:50
Desejo vos um FELIZ NATAL, cheio de paz, amor, generosidade e ternura. Que este Natal traga a todos nós uma maior consciência.  ...

Capicua ou não, só se voltará a repetir no próximo milénio... isto se o mundo não acabar até lá.
Mas para dizer a verdade já anda um bocado cansada disto, à 12 anos que andamos nisto... "Ah o mundo vai acabar dia 01-01-01", "ah afinal enganei-me é dia 02-02-02"... e hoje é 12-12-12 e também está tudo tranquilo, quer dizer se fizermos um resumo de 2012 sobre o que aconteceu no pais parece mesmo um fim do mundo.

12-12-12

by on 21:49
Capicua ou não, só se voltará a repetir no próximo milénio... isto se o mundo não acabar até lá. Mas para dizer a verdade já anda um boc...
Transcrevo uma informação que acho importante e que pode ser muito útil. Fonte: Jornal Económico
Saúde
As despesas com saúde estão entre as principais facturas apresentadas pelas famílias portuguesas. À semelhança do que aconteceu no ano passado, este ano poderá apresentar 30% das despesas efectuadas com saúde, sem limite máximo, desde que essas despesas estejam isentas de IVA ou que tenham uma taxa de IVA reduzida. Poderá também deduzir até 30% das despesas de saúde com IVA à taxa mais elevada (desde que apresente receita médica) até a um limite de 65 euros.

Educação
Para quem tem filhos uma das formas mais utilizadas para baixar a factura do IRS é através da dedução das despesas relacionadas com a educação. São dedutíveis 30% das despesas efectuadas até a um limite de 760 euros. São aceites, entre outras, facturas com compra de material escolar, mensalidades de jardins de infância, escolas ou estabelecimentos de ensino superior. No caso das famílias com mais de três dependentes, a este limite é acrescido um valor de 142,5 euros por cada dependente.

Crédito à habitação
Pode deduzir 30% das despesas com juros e amortizações do crédito à habitação até a um limite de 591 euros. No entanto, este limite pode ser aumentado até 50%, no caso das famílias cujos rendimentos estejam enquadrados dentro do primeiro e segundo escalão do IRS. O que significa que estas famílias poderão deduzir até 886,5 euros com as despesas da casa. Já os contribuintes que se encontrem no terceiro e quarto escalão poderão deduzir respectivamente 709,2 euros e 650 euros com as despesas da casa.

Rendas
Quem não tem casa própria e vive numa casa arrendada também poderá deduzir 30% das rendas pagas ao longo do ano, com o objectivo de baixar a factura de IRS. No total, o fisco aceita deduções até a um valor máximo de 591 euros- trata-se do mesmo valor previsto no ano passado. Para atingir esse montante terá de apresentar despesas no valor 1.970 euros.

Encargos com lares
O fisco também aceita despesas efectuadas com lares, apoio domiciliário e instituições de apoio à terceira idade. Poderá deduzir 25% destas despesas até a um limite de 403,75 euros. Para conseguir ter acesso a este limite máximo terá de efectuar despesas no montante total de 1612 euros.
Pensões de alimentos
Este ano, pela primeira vez, os contribuintes podem deduzir encargos com pensões de alimentos, mas com limites. Para este tipo de despesas serem aceites, o valor tem que estar estipulado pelo tribunal. No total, o fisco aceita 20% destas despesas até a um limite de 1.048 euros por mês. A partir do próximo ano, estas despesas vão ter limites ainda mais restritivos. Segundo a proposta de Orçamento para 2012, o valor total a deduzir ao IRS não pode ultrapassar 419,22 euros/mês
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PPR
Até ao ano passado, os contribuintes que tivessem um plano de poupança reforma ou fossem subscritores de certificados de reforma poderiam deduzir até 20% das entregas feitas nestes planos e beneficiar de um abate no IRS até 400 euros. Estas condições mantém-se, mas o facto de este ano a soma dos benefícios fiscais dedutíveis à colecta não poderem ultrapassar, no máximo, os 100 euros, leva a que o benefício fiscal associado aos PPR seja muito reduzido.

Energias renováveis
Esta é uma das novidades do IRS deste ano. As facturas relacionadas com a compra de equipamentos energéticos deixaram de ser consideradas deduções e passaram a ser benefícios fiscais. E como o executivo colocou um tecto máximo de 100 euros para os contribuintes poderem usufruir no conjunto dos benefícios fiscais, no máximo ser "amigo "do ambiente só lhe permitirá poupar até 100 euros no IRS. O fisco aceita 30% das despesas efectuadas com equipamentos de energias renováveis, obras de melhoria de condições térmicas de edifícios ou a aquisição de veículos exclusivamente eléctricos. Além disso, estas despesas só poderão ser apresentadas uma vez em cada quatro anos.
Os gastos com oficinas de reparação automóvel, restaurantes, cabeleireiros e hotéis vão ser dedutíveis no IRS.
Esta medida entrará em vigor em 2013, pelo que só terá efeitos a partir de 2014, quando entregarmos as declarações de IRS relativas aos rendimentos e despesas feitas em 2013.
Vamos poder deduzir um máximo de 250 euros no IRS das despesas de oficinas de automóveis, cabeleireiros, hotéis e restaurantes. O incentivo corresponde a 5% do IVA pago, sem qualquer limite na factura. O problema é que cada familia terá que gastar em 2013 mais de 26 mil euros, algo como 2228 euros por mês.
 Foi criada uma nova aplicação no portal da finanças (o e-factura) onde podemos ir inserindo as facturas, sendo que estes valores vão sendo acumulados e em simultâneo é feito o calculo da respectiva dedução.
https://www.portaldasfinancas.gov.pt/pt/external/factemipf/home.action





Portugal, com o seu “velho charme europeu”, é um dos dez países a visitar pelos viajantes globais em 2013, de acordo com um ranking do Globe Spots, um site de viajantes – amadores e profissionais.
O ranking, que vai já na sua quinta edição, tenta capturar o que está a acontecer na indústria das viagens, focando-se nos destinos que deverão estar na moda no próximo ano. Tudo é baseado em experiência de viajantes, mas também rumores e especulações, avisa o site.
Ainda sobre Portugal, o Globe Spots realça as pastelarias e bares em abundância – “faz-nos pensar se os portugueses alguma vez comem em casa”.


Não podia estar mais de acordo, e já tinha manifestado a minha opinião sobre este assunto, numa outra publicação do blog. Devíamos fazer do nosso país um destino de férias e devíamos apostar forte nesta área, pois temos um clima ameno tanto no verão como no inverno, temos uma costa maritima invejável e um povo alegre e afável que sabe receber.
Desde as vilas medievais e quarteirões históricos cheios de praças, igrejas e mosteiros, às pitorescas ruas estreitas e rodeadas por casas antigas, com varandas tortas e com roupa a secar que cativam o olhar de cada visitante e de cada objectiva que dispara para guardar mais uma recordação.
São tantos os locais a visitar, desde o norte ao sul de Portugal com toda a sua variedade de costumes e tradições, bem como a saborosa gastronomia, que se torna dificil mencionar algum.
Como dizia um antigo slogan "vamos para fora cá dentro" e vamos abrir as nossas portas a todos os que nos queiram visitar e vamos pôr a nossa economia a mexer.


As cauções para acesso aos serviços de água, eletricidade e gás são proibidas desde 1999. Tudo o que foi cobrado terá de ser devolvido ao consumidor.
Pode-se pedir a devolução do dinheiro, por carta, email ou preenchendo um formulário aqui.
A carta pode ser enviada para: Praça Duque de Saldanha, nº 31-3º, 1069-013 Lisboa, o email dgc@dg.consumidor.pt
O prazo para pedir a devolução foi prolongado até ao final de 2013.
Parece que existem 19 milhões de euros que ainda podem ser devolvidos a quem de direito.