E assim foi o meu 2018...

/ segunda-feira, dezembro 31, 2018





Em 2017 fazia planos para um 2018 cheio de festa e alegria. Além de comemorar 10 anos de casada, ia comemorar também os meus 40 anos, 2 números tão redondinhos pediam uma grande festa.

Mas ainda em 2017 mesmo junto ao Natal, recebemos uma notícia que abalou toda a estrutura familiar e que me fez sentir que afinal talvez não fosse um ano de festa.
Afinal como é que nos devemos sentir e que planos devemos fazer quando recebemos a notícia de que uma das pessoas mais importantes da nossa vida tem uma doença terminal?
Tentei sempre focar-me nas coisas positivas e pensar que o nosso organismo é muito inteligente e que pode sempre dar a volta por cima. Tentei viver um dia de cada vez, o aqui e agora. Procuramos soluções, falamos com os melhores médicos, fizemos tratamentos alternativos, compramos livros para procurar uma cura e demos muito amor e carinho, vivemos atentos, unidos e com amor.
No final de Julho deste ano chegava uma grande noticia, eu estava grávida. Fiquei radiante por todos os motivos e principalmente por o meu pai poder conhecer um filho meu. 
Quis o destino que assim não fosse e às 8 semanas tive um aborto espontâneo. Ainda com o meu corpo e a minha alma em recuperação recebo a noticia mais triste de sempre. O meu querido pai morreu. 

Não sei muito bem dizer como me levantei deste duro golpe, o mais duro de sempre, mas senti uma força maior que me fez ter uma lucidez como nunca tivera antes, e de cada vez que fechava os olhos tinha a imagem do meu pai a sorrir. Foi assim que ele viveu sempre e em todo o período em que esteve doente, bem disposto, sorridente, feliz e muito mimado, foi a isso que me agarrei, e é a isso que me quero agarrar, ao amor e à felicidade.
2018 também teve algumas coisas muito boas, o meu marido (meu melhor amigo, o meu mais que tudo)  lançou o seu primeiro livro, nasceu a nossa afilhada, e tive momentos em família (aqui também se incluem os amigos do coração) muito bons, divertidos, cheios de amor e carinho.
Apesar de ter tido o ano mais triste destes 40 anos que tanto quis festejar, também tive uma das maiores lições que pode aprender com o meu pai  durante a luta que ele travou e é com esta mensagem que quero terminar 2018 e aconchegar os corações que neste momento possam estar mais aflitos.
A vida é para ser vivida com maior leveza, independentemente das adversidades, todos os dias temos coisas bonitas que nos acontecem embora a maior parte das vezes estejamos mais focados em reclamar ou em cumprir tarefas. O amor e a gratidão são o caminho certo para encontrarmos respostas ou simplesmente aceitar. Jamais esquecer que a felicidade não é o destino mas sim a viagem. Desfrutem dela ao máximo porque não existe bilhete de volta. 

Que 2019 vos traga muita paz, amor e gratidão





Em 2017 fazia planos para um 2018 cheio de festa e alegria. Além de comemorar 10 anos de casada, ia comemorar também os meus 40 anos, 2 números tão redondinhos pediam uma grande festa.

Mas ainda em 2017 mesmo junto ao Natal, recebemos uma notícia que abalou toda a estrutura familiar e que me fez sentir que afinal talvez não fosse um ano de festa.
Afinal como é que nos devemos sentir e que planos devemos fazer quando recebemos a notícia de que uma das pessoas mais importantes da nossa vida tem uma doença terminal?
Tentei sempre focar-me nas coisas positivas e pensar que o nosso organismo é muito inteligente e que pode sempre dar a volta por cima. Tentei viver um dia de cada vez, o aqui e agora. Procuramos soluções, falamos com os melhores médicos, fizemos tratamentos alternativos, compramos livros para procurar uma cura e demos muito amor e carinho, vivemos atentos, unidos e com amor.
No final de Julho deste ano chegava uma grande noticia, eu estava grávida. Fiquei radiante por todos os motivos e principalmente por o meu pai poder conhecer um filho meu. 
Quis o destino que assim não fosse e às 8 semanas tive um aborto espontâneo. Ainda com o meu corpo e a minha alma em recuperação recebo a noticia mais triste de sempre. O meu querido pai morreu. 

Não sei muito bem dizer como me levantei deste duro golpe, o mais duro de sempre, mas senti uma força maior que me fez ter uma lucidez como nunca tivera antes, e de cada vez que fechava os olhos tinha a imagem do meu pai a sorrir. Foi assim que ele viveu sempre e em todo o período em que esteve doente, bem disposto, sorridente, feliz e muito mimado, foi a isso que me agarrei, e é a isso que me quero agarrar, ao amor e à felicidade.
2018 também teve algumas coisas muito boas, o meu marido (meu melhor amigo, o meu mais que tudo)  lançou o seu primeiro livro, nasceu a nossa afilhada, e tive momentos em família (aqui também se incluem os amigos do coração) muito bons, divertidos, cheios de amor e carinho.
Apesar de ter tido o ano mais triste destes 40 anos que tanto quis festejar, também tive uma das maiores lições que pode aprender com o meu pai  durante a luta que ele travou e é com esta mensagem que quero terminar 2018 e aconchegar os corações que neste momento possam estar mais aflitos.
A vida é para ser vivida com maior leveza, independentemente das adversidades, todos os dias temos coisas bonitas que nos acontecem embora a maior parte das vezes estejamos mais focados em reclamar ou em cumprir tarefas. O amor e a gratidão são o caminho certo para encontrarmos respostas ou simplesmente aceitar. Jamais esquecer que a felicidade não é o destino mas sim a viagem. Desfrutem dela ao máximo porque não existe bilhete de volta. 

Que 2019 vos traga muita paz, amor e gratidão
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Serie
Tive o privilégio de ler o livro "Torna-te um fora de série!" em primeira mão e só o recomendo a quem tiver a ousadia de querer ser diferente.
Apresenta-se sobe a forma de um guia pragmático, assente em experiências reais, que em formato de pequenos snacks e escrita informal tem como missão dar as ferramentas necessárias a todos aqueles que procuram trabalhar naquilo que gostam, aumentar a sua fonte de receita e aumentar as chances de ter sucesso na sua vida pessoal e profissional.
Sem medo de polémicas, Nuno M. Silva revela quais os segredos que a maioria das pessoas precisam de saber para se tornarem pessoas fora de série, Nuno relata no seu livro quais foram as dificuldades que encontrou e os erros que cometeu que o impediam de alcançar o sucesso que tanto desejava e ao descobrir essas respostas, percebeu o quanto podia ajudar outras pessoas a ultrapassar esses mesmos obstáculos.
Escreveu este livro a pensar em todos aqueles que estão desmotivados e desiludidos com a sua vida mas
que sabem que no fundo têm algo que lhes permite fazer mais e melhor do que estão a fazer agora, e é por esta mesma razão que iniciei este texto a dizer que é só para pessoas audazes e que estão dispostas a sair da sua zona de conforto e a procurar mais e melhor. 

A apresentação do livro vai ser já no próximo dia 17 de Outubro na livraria Ferin pelas 18h30, com a participação especial de Tim Vieira, empreendedor e investidor no Shark Tank Portugal.

Para mais informações:
email: info@nunomsilva.com
Site do autor: https://www.nunomsilva.com
Instagram: /tornateumforadeserie
Facebook: /silvamnuno
Linkedin: /in/nunomnsilva



Adoro decoração e aprendi muitas coisas com os decoradores do querido mudei a casa. É evidente que a estética é algo subjectivo porque aquilo que para mim é equilibrado e harmonioso pode não ser para ti,  para além da utilização das cores pois cada um tem a sua preferida.
O meu maior erro na decoração da minha primeira casa foi comprar móveis escuros e sofá escuro, o wengue era a tendência na altura e não tinha qualquer tipo de experiência e vai de comprar tudo escuro e tudo igual a fazer pandã. Mesa de jantar igual à mesa de centro que por sua vez era igual ao aparador que por sua vez era igual à consola e cadeiras que ligavam com o sofá. Para dizer a verdade parecia uma exposição dos móveis de Paços de Ferreira (nada contra, excelente qualidade). Mas sentia que a minha casa não tinha alma. E depois para piorar tudo e também era uma tendência na altura, pintei uma das paredes da sala de castanho escuro. Eram erros atrás de erros.
Gastamos uma pipa nesses móveis bons, e não fosse existir o OLX arriscava-me a ficar com eles para a vida toda. Como digo muitas vezes na minha casa nada se perde, tudo se transforma, ou reciclo  ou vendo no OLX ou dou a alguém que queira, nada vai para o lixo.
E lá foram os meus moveis fazer outras familias felizes. 
A única coisa que mandei reciclar, de tudo o que adquiri na primeira casa, foi o sofá,  como poderão ver no post anterior.
Hoje gosto de ter apenas uma "tela branca" e ir pincelando de cor os pequenos pormenores.
A minha casa é o meu mundo é onde recarrego as baterias no dia a dia. É onde sou feliz com a família e amigos. É o meu lugar sagrado onde guardo as histórias de toda a minha vida. E por isso tem de ser um local limpo, organizado, harmonioso, cheio de energia, luz e de alma.
E tu como vês a decoração da tua casa?




Estofar
Depois


Estofar
Depois


Estofar
Depois


Estofar
Depois


Estofar
Antes (pele já em fim de vida)


Estofar
Antes (pele ainda em bom estado)


Comprei o meu sofá em 2006, e foi paixão à primeira vista, a cor e as linhas direitas encantaram me logo. Já o preço... Mas depois de ver as ofertas do mercado e comparar a qualidade decidimos adquirir, e hoje sei que foi um ótimo negócio.
Mas comprar um sofá em pele implica cuidar dele como cuidamos da nossa, e é preciso hidrata-lo (sim e com os nossos próprios cremes), nos primeiros anos tive esse cuidado mas confesso que me fui "esquecendo" de o hidratar. Depois os apliques das calças de ganga não ajudam nada a manter a saúde da pele, pois se alguém deslizar o seu rabinho esses apliques riscam a pele e a longo prazo esses vergões dão origem a um rasgo. E foi isso que me aconteceu, A pele riscou e depois rasgou, pedi orçamentos para substituir aquele quadrado da almofada e deram-me preços muito altos (250€) e diziam que não conseguiam que a pele fosse exatamente igual.
Comecei a pensar na hipótese de estofar.
Para mim estava fora de questão deitar o sofá para o lixo, a estrutura estava ótima e era de excelente qualidade, o problema era mesmo o aspeto.
Então pedi vários orçamentos e recebi muitos valores, com e sem tecido incluído, com e sem transporte.
O orçamento mais barato foi o que escolhi, arrisquei sem medos, não conhecia ninguém que tivesse estofado um sofá e que me pudesse aconselhar, não sabia se a cor iria funcionar bem, não tinha experiência nenhuma, falei com o Sr. António ao telefone e confiei.
Fui até ao armazém do Sr. António escolher o tecido e lá encontrei muitos sofás prontos para entrega e fiquei mais descansada de ver que o trabalho era perfeito (independentemente de gostar ou não do design ou dos padrões escolhidos por outros clientes). Estava também incluído no preço a recolha do sofá e depois a respetiva entrega.
Agora falando em preços, tudo isto ficou por 550€. Muitos poderão achar que sou louca que tenho sofás novos por menos de 500€. Eu digo que estou no meu perfeito juízo e que com esta qualidade e tamanho não encontraria nenhum. Estou segura que vou ter sofá para mais 12 anos...no mínimo.
A cor escolhida para o tecido foi uma discussão pegada (no bom sentido), as amigas achavam que era louca pois o sofá iria sujar-se logo, eu achava que não tinha de ceder aos medos de sujar uma vez que já tinha um sofá de tecido branco há 2 anos sem nódoas e sem sujidades, além de que existem  formas de proteger o sofá (e que vou fazer em breve), uma delas é a impermeabilização, a outra é não deixar ninguém se sentar - Eu fico-me pela impermeabilização 😂
Em modo de conclusão, em primeiro lugar temos de perceber se a estrutura valerá o investimento, não valerá de nada gastar este valor se a estrutura estiver a querer ceder. 
Eu gostei do trabalho realizado, além de muito conveniente pois recolhem na nossa casa e depois entregam, de outra forma seria muito difícil, ficou muito bem executado. Têm uma grande oferta de tecidos, cores e texturas para se escolher, embora nem todos estejam incluídos no orçamento, no caso de não estar deve-se pagar a diferença. Fiquei 3 semanas sem o sofá, mas não me fez grande transtorno porque tenho um outro de 2 lugares. 
A minha sala ficou com muito mais luz. Eu quero muita luz na minha vida 🤗

O armazém do Sr António fica na Rua de Santa Marta nº69 (mesmo por baixo da ponte).







Que este dia sirva não só para colocar o batom vermelho, o sapato de salto alto e ir até ao restaurante da moda jantar com as amigas {que faz parte e que eu também gosto}, mas que sirva também para que nunca nos esqueçamos de lutar pelos nossos direitos enquanto mulheres, pela nossa igualdade e dignidade.

Sabiam que são as mulheres que mais sofrem com os seguintes problemas, violência doméstica, tráfico {como se fossem mercadoria}, violação, mutilação genital, casamentos forçados {e que acontecem cedo demais}, mortalidade materna, desigualdade salarial e tantos outros?
Sabiam que 1 em cada 3 mulheres de todo o mundo é vítima de agressões físicas, psicológicas e sexuais, pelo simples facto de ser mulher? Ou que, todos os anos, 15 milhões de meninas e adolescentes são obrigadas a casar, o que dá uma média de 28 meninas por minuto? E têm noção de todos os anos, mais de 5 mil mulheres e raparigas são mortas nos chamados crimes de honra, regra geral cometidos pelos pais, irmãos ou maridos? Ou que 8 mil raparigas estão em risco de sofrer mutilação genital diariamente? Feitas as contas, são três milhões de meninas por ano, leram bem. Por cá, foram registados 80 casos entre 2016 e 2017 . Sabem quantas mulheres da União Europeia viveram situações de assédio sexual a partir dos 15 anos? À volta de 83 milhões, ou seja, qualquer coisa como mais de 50% da população feminina a residir nos 28 Estados-Membros. No que toca ao tráfico humano, sabiam que mais de 70% das vítimas são mulheres e meninas, sendo que 3 em cada 4 são depois alvo de exploração sexual? E que feitas a contas às mulheres assassinadas no mundo, mais de metade foram mortas por homens com quem mantinham relações de intimidade? - Jornal Expresso

Este dia não serve para dizer que somos mais fortes, este dia serve para dizer que somos fortes e que o mundo se tornará num sitio muito melhor se estiver equilibrado e esse equilíbrio só se dará assim que os direitos forem respeitados e se tornarem iguais. 



pão


Durante algum tempo andei a pesquisar uma máquina de fazer pão. Acabei por nunca compra-la por várias razões. A principal razão foi devido à minha dieta e à redução de pão e afins, a seguir era o espaço na cozinha {elas ainda ocupam um lugar considerável numa bancada} e por fim não queria estar a investir num eventual capricho até porque tenho a bimby e este robot de cozinha também faz todo o tipo de massas para pão, pizzas e tudo aquilo que quisermos {só não os coze}.
Mas um certo dia, liga-me a minha irmã e pergunta-me se quero a máquina dela, porque estava a fazer umas limpezas na arrecadação e tinha pena de não estar a dar uso àquela máquina que era praticamente nova. Pronto, aqui estava uma forma gratuita de eu perceber se valerá a pena ter a máquina ou não e vai daí fiquei com ela. É tão fácil, simples e tão delicioso ter aquele cheirinho de pão acabado de fazer espalhado pela casa.
Em relação à dieta, continuo a reduzir o pão, não o como todos os dias mas quando como escolho o caseiro. E é verdade que me roubou espaço na cozinha, mas não há nada que não se reajuste.
Hoje fiz um pãozinho integral, tão bom e saudável.

Preparação:
  • Colocar 300 ml de água morna na máquina
  • Adicionar 500 g de preparado de pão integral
  • Depois coloquei no programa pão básico, peso de 750 g, e cor média
Pãozinho pronto para os pequenos almoços durante a semana.



DIY


DIY


DIY


Adoro as velas. E adoro as velas do IKEA, sejam as pequenas, as grandes, as que vêm dentro do copo, qualquer uma. Além do ambiente que criam, têm um cheirinho tão bom.
Tenho comprado muitas de copo, porque para além do aroma que libertam, duram mais tempo, e o problema que se põe depois é:
  • O que fazer com aquela quantidade de copos que depois nos sobram?
Sim eu já tenho quase um serviço de "copos" para 12 pessoas. E como não gosto de deitar nada fora, que ache que tem grande potencial de ser reaproveitado, tenho guardado todos estes recipientes para um dia reciclar.
No ano passado, andei pelos bosques à caça de tronquinhos para cobrir os recipientes. Depois comprei a pistola de cola quente (menos de 10€ e serve para outras reciclagens futuras), e guardei tudo à espera do dia em que tivesse tempo para realizar esta tarefa.

Hoje foi o dia perfeito, peguei no material que tinha guardado, e pôs mãos à obra. 
  • Retirei os restos de vela dentro do copo, com uma faca afiada, saem muito bem
  • Lavei o copo
  • Coloquei a cola directamente no tronquinho e depois pressionei o tronco contra o recipiente
  • Coloquei os tronquinhos o mais junto possível
Uma reciclagem bastante fácil e rápida com um acabamento bem rústico e que traz um pouco da natureza para dentro de casa. 

E vocês o que fazem aos copos que vos sobram depois da vela queimar por completo?