Gel Duche Concentrado Yves Rocher

/ quinta-feira, agosto 17, 2017


Recentemente a Yves Rocher enviou-me estes produtos para experimentar, e independente de qualquer tipo de oferta que tenha, a minha opinião é isenta e baseada na minha experiência. Como já os experimentei, hoje vou falar sobre eles.

  •  aqui falei da importância de reduzirmos a quantidade de resíduos e de sermos amigos do ambiente, e faz cada vez mais sentido substituir as embalagens de grandes volumes para embalagens mais pequenas, e é aqui que começa também esta inovação. Uma embalagem de 100ml equivale a uma de 400 ml. Com isto além de reduzirmos os resíduos que produzimos, também reduzimos a necessidade de transporte, devido à poupança de espaço. Nunca tinhas pensando nisto? 
  • O frasco é reciclável e com 25% de plástico reciclado incorporado.
  • Este gel em contacto com a água faz uma espuma muito generosa e cremosa o que nos deixa a pele muito macia. Esta formula é biodegradável.
  • Sem conservantes e sem parabenos e de origem vegetal. Todos os produtos que colocamos em contacto com a nossa pele deviam ser os mais naturais possível, há quem defenda que só deveríamos usar tudo aquilo que pudéssemos consumir, não vou ser tão extremista, mas se poder utilizar uma fórmula o mais natural possível e se estiver ao meu alcance, então é isso que vou usar.
  • Disponível em 3 aromas, Baunilha Bourbon, Manga & Coentros e Azeitona & Laranja-amarga.
É verdade que no mercado existem produtos mais baratos mas também é verdade que a maioria não são nem amigos do ambiente nem da nossa pele. Este gel custa 3,95€ e dá para 40 duches.



Recentemente a Yves Rocher enviou-me estes produtos para experimentar, e independente de qualquer tipo de oferta que tenha, a minha opinião é isenta e baseada na minha experiência. Como já os experimentei, hoje vou falar sobre eles.

  •  aqui falei da importância de reduzirmos a quantidade de resíduos e de sermos amigos do ambiente, e faz cada vez mais sentido substituir as embalagens de grandes volumes para embalagens mais pequenas, e é aqui que começa também esta inovação. Uma embalagem de 100ml equivale a uma de 400 ml. Com isto além de reduzirmos os resíduos que produzimos, também reduzimos a necessidade de transporte, devido à poupança de espaço. Nunca tinhas pensando nisto? 
  • O frasco é reciclável e com 25% de plástico reciclado incorporado.
  • Este gel em contacto com a água faz uma espuma muito generosa e cremosa o que nos deixa a pele muito macia. Esta formula é biodegradável.
  • Sem conservantes e sem parabenos e de origem vegetal. Todos os produtos que colocamos em contacto com a nossa pele deviam ser os mais naturais possível, há quem defenda que só deveríamos usar tudo aquilo que pudéssemos consumir, não vou ser tão extremista, mas se poder utilizar uma fórmula o mais natural possível e se estiver ao meu alcance, então é isso que vou usar.
  • Disponível em 3 aromas, Baunilha Bourbon, Manga & Coentros e Azeitona & Laranja-amarga.
É verdade que no mercado existem produtos mais baratos mas também é verdade que a maioria não são nem amigos do ambiente nem da nossa pele. Este gel custa 3,95€ e dá para 40 duches.

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100palavraspordia

Quando aceitei o desafio da Filipa do blog Deixa Ser estava longe de imaginar a dificuldade, embora quisesse muito levar isto até ao fim. Tinha uma pequena desconfiança que escrever todos os dias pelo menos 100 palavras durante quase 3 meses e meio, poderia deixar-me sem palavras, houve dias que foi quase isso.
Um dos meus principais propósitos deste desafio era de me tornar mais fluída a escrever, mais natural e despreocupada.

Escrevi diariamente sobre coisas que nunca pensei escrever que se iam passando à minha volta, sobre atitudes, valores, defeitos, contei histórias e partilhei receitas e reflecti. Muito. Este desafio serviu para observar e tirar muitas conclusões.

Foi muito bom mas cansativo, pois quando as coisas se tornam uma obrigação parece que a nossa inspiração se desvanece.

Se me voltaria a meter num desafio destes? Talvez não. 
Mas apesar das dificuldades {até a internet me faltou} o melhor de ter chegado ao centésimo dia, foi a certeza com que fiquei, de que valeu muito a pena. 


O meu cunhado rendeu-se à agricultura biológica. E enquanto uns se  limitam a comprar esses produtos cultivados da forma mais natural possível e super caros {eu às vezes costumo comprar}, ele não os compra. Ele cultiva-os.
Então, sorte a dele e a minha também. Sorte a dele por gostar de ocupar os seus tempos livres a cultivar e isso traz-lhe equilibrio, sorte a minha por me calhar produtos cultivados com carinho e do melhor que há.
Claro que desta produção caseira quando temos excesso de determinados legumes nada se perde e tudo se transforma, e basta dar asas à imaginação e fazer disso uma festa. Com os excesso de curgete que me tem calhado e numa altura em que não me apetece comer sopas e também já desisti de congelar senão um dia destes quando abrir a arca arrisco-me a comer apenas curgete, teve-se de improvisar e em vez de se fazer o tão delicioso bolo de cenoura experimentei substituir por curgete, e sabem o que resultou daqui? Um bolo absolutamente delicioso. E foi uma festa de cheirinho e sabor. Claro que há sempre aqueles que torcem o nariz a tamanha audácia, curgete? "Que nojo". Como se curgete fosse muito diferente de se colocar cenoura ou abóbora, enfim. Gente que não sabe o que perde. Eu nunca digo que não gosto antes de provar, mesmo que a ideia até me possa parecer estranha, e por ter esta "coragem" tenho me deliciado com muitas combinações improváveis.


A vida só se dá a quem se deu!

Ingredientes:
  • 250 g curgete
  • 4 ovos
  • 90 g óleo
  • 320 g açúcar
  • 220 g farinha
  • 1 c. sopa de fermento em pó p/ bolos
  • 2 c. sopa de sementes de chia


Preparação do bolo:

Pré-aquecer o forno a 180º C. Colocar no copo a curgete e triturar 15 Seg/ Vel 9.  Adicionar os ovos, o óleo, o açúcar e programar 1 Min/ Vel 6. Juntar a farinha, o fermento e a chia e envolver 15 Seg/ Vel 3. Colocar numa forma previamente untada com margarina e polvilhada com farinha, deitar o preparado e levar ao forno cerca de 40 minutos. É importante ver se ao fim deste tempo se o bolo não está ainda cru em determinadas zonas, e se for necessário coloca-se um pouco mais de tempo.
 

Hoje foi o meu primeiro dia de férias {para mim conto logo a partir do momento em que pico o cartão na última sexta-feira} mas hoje é efectivamente o dia em que começa a contagem decrescente para a volta à realidade, ou não.
Hoje foi dia de rumar para norte para achar o meu. Foi dia de carregar o carro bem carregado porque uma ausência de 30 dias assim o exige {pelo menos para mim}. Vai ser uma ausência da cidade como já não fazia à muitos anos, quem sabe se me habituo a isto de tal maneira que fico por aqui. 
Cheguei a um momento da minha vida em que nada faz sentido se o melhor que tu dás todos os dias não é valorizado, então chegou o momento de parar para reflectir. Não me perguntem como mas sei que no final destes 30 dias vou ter a minha resposta. Pelo menos sei que vou voltar diferente.

Hoje foi dia de ir à praia com as minhas miúdas fofas. Uma já é uma senhora e para o próximo ano já entra para a faculdade, a outra entra agora para a primeira classe.
Não levámos brinquedos e a Mada não se importou nada. Começou logo a inventar de fazer uma pizza e para isso bastava-lhe apenas a areia e uma embalagem de iogurte vazia que utilizava para ir buscar água, e depois fingia que era tomate. Entreteve-se assim durante o tempo que estivemos na praia, brincando com a sua imaginação. Não ficou triste e sem fazer nada e deu asas à sua imaginação. 
Às vezes vejo pais super mega hiper carregados com brinquedos para os meninos não ficarem aborrecidos. E esquecem-se que eles brincam com qualquer coisa e de que maneira for, que usam a imaginação e o que está ao alcance deles.
Com isto não quero dizer que não se deva levar brinquedos, estou só a relembrar que nós adultos, muitas vezes é que já não sabemos viver com pouco e achamos que as crianças também não.
E ainda bem que elas nos ensinam como é bom o lado simples da vida, o de ter pouco e ainda assim, fazer disso uma festa.



100palavraspordia


100palavraspordia


100palavraspordia


100palavraspordia

Eu e a minha amiga Raquel gostamos muito de nos juntar e fazer jantaradas a 4 {com os nossos respectivos, claro}, às vezes são eles que escolhem o restaurante, outras vezes somos nós, e juntos temos experimentado verdadeiras iguarias. Os nossos jantares incluem boa conversa, vinho, boa comida e sempre muito boa disposição até que as portas do restaurante fechem. E desta vez não foi diferente no Delfina.

Fica na Praça do Município, mesmo ao lado do Hotel Alma Lusa, tem parque de estacionamento que se pode dizer que é mesmo à porta, e que para centro de Lisboa nem todos os restaurantes se podem gabar disso.
A sala é muito bonita e está muito bem decorada, mas a tranquilidade daquela Praça e aquela noite quente pedia um jantar ao ar livre. As sebes altas trazem alguma privacidade a quem escolhe fazer a refeição na esplanada, que foi o nosso caso.
Um atendimento muito profissional e ao mesmo tempo divertido o que depressa nos fez sentir em casa.
Gosto de frequentar sítios bonitos e sofisticados mas por vezes acabo por os achar demasiadamente aborrecidos devido a um atendimento demasiadamente formal, o que não foi o caso deste.
A minha escolha e a dos dois meninos foi naco do acém maturado que aconselhamos, mas a ementa é variada e tem petiscos e outros tipos de pratos típicos da nossa gastronomia. A escolha da Raquel foi plumas de porco preto acompanhas com abóbora assada, curgete, espargos verdes e creme fraiche, se eu aprender a fazer assim legumes digo-vos que viro vegetariana, o acompanhamento da Raquel estava TOP.
Em relação à sobremesa nada a apontar embora nada de extraordinário, sou super gulosa e fã dos doces conventuais e é uma pena que a maioria dos restaurantes menospreze esta doçaria tão típica e tão deliciosa.
Mas mesmo sem a minha cerejinha no topo do bolo é uma experiência a repetir.



Colombo

Quantas vezes já te aconteceu estares perante um problema que parece difícil ou mesmo quase impossível de resolver, estarem várias pessoas a tentar resolvê-lo, ninguém está a conseguir, e tu quando finalmente consegues e explicas como lá chegaste os outros respondem-te "olha assim qualquer um faz".  Sim qualquer um, qualquer um que lhe tivesse ocorrido em fazê-lo. 

Foi nesta base que se tornou famosa a história do Ovo de Colombo.
Fez no passado dia 3 de Agosto 525 anos, que Cristóvão Colombo partiu em direcção à descoberta do novo mundo. De regresso, fizeram-lhe um banquete em forma de homenagem. 
Uns prestaram-lhe  grande admiração e respeito e outros criticaram dizendo que qualquer um poderia ter feito aquele trajecto na descoberta do novo mundo.
Assim que ele ouviu tal critica, Cristóvão Colombo levantou-se e pediu a atenção de todos e colocou um desafio. Pegou num ovo e convidou os presentes a colocarem o ovo de pé. Todos começaram a fazê-lo mas ninguém conseguiu. Então Colombo pegou no seu ovo e com cuidado bateu numa das extremidades ficando a casca achatada, e colocou o seu ovo de pé.
No meio dos presentes ouviu-se aluém dizer "claro que desta forma qualquer pode fazê-lo", ao que Colombo respondeu:

Convenhamos, que apesar de sua simplicidade e facilidade,  não descobriu a solução, e que apenas eu é que removi a dificuldade. O mesmo ocorreu com a descoberta do Novo Mundo. Tudo que é natural parece fácil, após conhecido ou encontrado. A dificuldade está em ser o inventor, o primeiro a conhecer ou a demonstrar.